Metáfora

Agosto 9, 2006 at 10:08 pm 3 comentários

duo_garybenfield.jpg

A dança como movimento fluido, ao ritmo de uma música…como imagem do pensamento e como realidade do corpo – tema de uma mobilidade fixada a si mesma, que não se inscreve simplesmente a partir do exterior.  

Cada gesto, cada traço da dança apresenta-se, não como uma consequência, mas como o que revela a própria fonte da mobilidade.

E a corporiedade permite uma espécie de cartografia do pensamento e do desejo.

Transformados, no decurso da dança, somos impulsionados para um dentro que se exterioriza. 

A emoção mescla-se com a melodia.

Os corpos entendem-se e a fluidez torna belo o que podia ser canhestro. Mesmo quando o é. Ou ainda que o seja.

Relevante é o que permite e promove, mais do que aquilo que produz.

 

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flash não me ocorreria…

3 comentários Add your own

  • 1. Anónimo  |  Agosto 11, 2006 às 9:54 pm

    Pese embora o facto de que, quando o que produz é belo, toda a dança ganha. :))

    Responder
  • 2. viajante  |  Agosto 26, 2006 às 9:05 pm

    completamente de acordo – mas é a tal diferença entre o necessário e o suficiente….

    risos

    Responder
  • 3. aim express  |  Dezembro 12, 2006 às 11:24 pm

    aim express

    greek gods GAME SERVER social security Cheat Codes home business opportunity mortgage calculator teeth aim express

    Responder

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"Twenty years from now you will be more disappointed by the things that you didn't do than by the ones you did do. So throw off the bowlines. Sail away from the safe harbor. Catch the trade winds in your sails. Explore. Dream. Discover." Mark Twain
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"bastam dois espelhos opostos para construir um labirinto" afirma J.L.Borges. E cada um, em Si mesmo, é prismático o bastante para o labirinto ser da interioridade de cada um. Por isso, no Labirinto nos procuramos, e ainda que sem fios, dispondo de espelhos.

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